
E hoje, a história é bem outra. Meu coração já não dispara mais quando te vejo. Você está quase se tornando uma pessoa como outra qualquer pra mim. Quase. Acho que me acostumei em enconder o que sinto ainda que minha felicidade seja apenas forjada. No fundo, bem lá no fundo, sei que você não é simplesmente um transeunte qualquer quando cruza o meu caminho. Sei que você fez a diferença na minha história. Porque com você perdi o medo de me jogar, de me atirar, de mergulhar de cabeça.
Ao longo desse tempo, tive vontade de abraçar o mundo. De sair sem direção. De dizer o que eu penso mesmo que as pessoas não gostem. De dizer o que eu sinto mesmo que as pessoas se assustem. De não ter medo de me expor. De ser transparente. De ser eu mesma. Ainda que esse "eu mesma" seja tola. Seja ingênua. Seja criança. Seja desavisada. Seja apressada. Seja afobada. Seja histérica. Seja ansiosa. Seja imediatista. Ainda que esse "eu mesma" precise de alguém, às vezes, pra parar de ser isso tudo.
Mas hoje, a história é outra. Eu já não sou mais a mesma de antes. Muita coisa mudou. Hoje é outro dia. E a medida que o tempo passa, vai curando minhas feridas.
Frase que fica hoje:
Mas hoje, a história é outra. Eu já não sou mais a mesma de antes. Muita coisa mudou. Hoje é outro dia. E a medida que o tempo passa, vai curando minhas feridas.
Frase que fica hoje:
"Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente." -Martha Medeiros
~* Desistir é preciso, não por deixado de amar, mas por não ter mais capacidade de sofrer...
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